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Segurança

Segurança patrimonial
A equipe em planejamento de segurança do Grupo Monteiro é altamente capacitada para proteger o patrimônio, com experiência para atuar nas mais variadas situações, o que garante maior tranquilidade e inibe a ação de invasores.

Segurança executiva

Nossos agentes são altamente treinados para preservar a segurança de executivos e os familiares, com atuação de maneira profissional e eficiente, sem interferir em seu estilo de vida pessoal.

Supervisão e monitoramento remoto a distância
O monitoramento a distância, aplicado em condomínios residenciais, faz com que os profissionais do grupo Monteiro acompanhem as atividades diárias dos funcionários em seus postos de trabalhos e garante assim maior segurança e qualidade no serviço prestado. A qualidade de asseio e a segurança de um ambiente impactam positivamente na imagem, podendo influenciar na produtividade dos trabalhadores, pois está diretamente ligada a uma melhor qualidade de vida.


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Recepção

A recepção é a porta de entrada das empresas e condomínios.

Para assegurar o bom atendimento nossos profissionais passam por treinamentos de linguagem, postura e conduta para lidar com o atendimento ao público.

Pensando nisso, o Grupo Monteiro preza na preparação de profissionais capacitados para atender a mais ampla gama de clientes e auxiliar na recepção.

Entre eles está Amanda Justino, 30 anos, que está há sete anos e 10 meses na empresa. A profissional ressaltou os principais pontos que o responsável pela recepção do Grupo Monteiro possui para atender bem ao público.

“Precisa ter um bom atendimento, no qual sinta-se seguro e veja que o Grupo Monteiro estará sempre disposto ajudá-lo e esclarecer todas as suas dúvidas e entender as necessidades. Temos dois tipos de cliente: o que já se tornou nosso parceiro e aquele que procura o Grupo Monteiro para cuidar do seu patrimônio. O cliente sempre tem que ser bem atendido.

O trabalho de recepcionista é muito importante, porque é o primeiro contato antes de qualquer departamento. Sendo assim, temos que o atende-lo da melhor forma possível. Não podemos chegar mal-humorado em nosso trabalho e tratar o cliente mau.

A forma de tratar e trabalhar com o cliente e o funcionário é muito importante”, afirmou.

Confira a entrevista com a profissional e conheça mais sobre o serviço de recepção do Grupo Monteiro:

Grupo Monteiro: Importância do Grupo Monteiro para a sua vida profissional?
Amanda Justino: O Grupo Monteiro foi a primeira empresa em que trabalhei no ramo de terceirização e me agregou muito na vida profissional. Cada nova implantação ou novo trabalho é um grande desafio para todos nós colaboradores do Grupo.

Grupo Monteiro: Como é feito o trabalho na recepção?
Amanda Justino:

A recepção é a porta de entrada da empresa. Precisa ter um bom atendimento, no qual o visitante sinta-se seguro e veja que o Grupo Monteiro estará sempre disposto ajudá-lo e esclarecer todas as suas dúvidas e entender as necessidades. Temos dois tipos de cliente: o que já se tornou nosso parceiro e aquele que procura o Grupo Monteiro para cuidar do seu patrimônio. O cliente sempre tem que ser bem atendido. O trabalho de recepcionista é muito importante, porque é o primeiro contato antes de qualquer departamento. Sendo assim, temos que o atende-lo da melhor forma possível. Não podemos chegar mal-humorados em nosso trabalho e tratar o cliente mau. A forma de tratar e trabalhar com os visitantes e o funcionário é muito importante. O recepcionista é a porta de entrada que diz: “Oi sou do Grupo Monteiro”, por exemplo, e a partir daí, trabalhar para passar a necessidade dele para os setores que poderão auxiliá-los.

Grupo Monteiro: Qual os diferenciais do serviço oferecido pelo Grupo Monteiro?
Amanda Justino: O pronto-atendimento é o principal diferencial. Ele que inicia tudo. Todo o processo de atendimento faz a diferença. Você ter uma boa forma de atender faz com que o pessoal consiga ajudar a entender o que os clientes precisam. Nosso diferencial é isso: a forma de recepcionar.

Grupo Monteiro: Como você descreveria o Grupo Monteiro em apenas uma palavra?
Amanda Justino: O Grupo Monteiro é uma grande empresa, que valoriza os funcionários e reconhece. Sempre está olhando para o funcionário e o cliente. Isso faz dela ser uma grande empresa para trabalhar e contratar.

 

Portaria

A Portaria é o primeiro dispositivo de segurança de empresas e instituições, pois além de identificar os visitantes ou moradores, inibe a ação de pessoas para causar danos ou prejuízos.

Ciente disso, o Grupo Monteiro conta com o Departamento de Portaria, no qual possui profissionais treinados e capacitados a seguirem com os regulamentos e normas, além da proximidade com os moradores e locatários.

O Senhor Valdemar Riquena Costa, de 42 anos, é um dos exemplos. Há um ano e três meses contratado pela empresa, o profissional ressalta o crescimento profissional que adquiriu e também os desafios que adquiriu no período dentro da empresa e citou um dos maiores colégios da Zona Norte de São Paulo, o Colégio Imperatriz Leopoldina, entre os trabalhos mais marcantes.

“É complexo de trabalhar com muitas crianças e pais. Por ter duas portarias e ter que trabalhar com pessoas de idades variadas, além da responsabilidade”, afirmou.

Confira um pouco mais do dia a dia dos integrantes do Departamento de Portaria do Grupo Monteiro:

Grupo Monteiro: Qual a importância da empresa para a sua vida profissional?
Valdemar Riquena: O Grupo Monteiro me agrega valores, conhecimento diário, novas perspectivas de vida. É muito importante para o meu crescimento profissional. Ele nos traz novas experiências e é muito importante para o meu crescimento profissional.

Grupo Monteiro: Quais são os trabalhos mais marcantes durante seu período no Grupo Monteiro?
Valdemar Riquena: Tudo é uma somatória, mas os clientes que mais me marcaram e que nos trouxeram muitos desafios foram o Grupo Sorana e o Colégio Cil (Colégio Imperatriz Leopoldina). O primeiro por ser complexo trabalhar com muitas crianças e pais, por ter mais de uma portaria e interagir com pessoas de idades variadas, além da responsabilidade, pelo fato de ser um dos maiores colégios da Zona Norte. E o grupo Sorana devido ao fato de ser uma rede de concessionárias muito grande com vários pontos pela capital. Foram desafios muito importantes. Houve também o Condomínio Vitória Régia, no qual temos muitos funcionários lá e tivemos muitos desafios. Além de que era um sonho antigo nosso conseguirmos trabalhar lá.

Grupo Monteiro: Quais são as principais etapas do trabalho?
Valdemar Riquena: O profissional que atua no grupo Monteiro exige uma atenção muito grande e um comprometimento que siga à risca os códigos passados pela empresa. Por trabalhar controle de acesso e, principalmente, em locais residenciais, faz com que tenha a atenção e anotação das coisas e do dia a dia do local, além do bom contato com os locatários ou moradores, sempre seguindo os procedimentos da empresa.

Grupo Monteiro: Quais os diferenciais do serviço oferecido?
Valdemar Riquena: A Monteiro preza pela atenção dos gerentes de contrato, para que eles tenham um número reduzido de clientes para atendimento. Com isso, você consegue priorizar o atendimento, com uma maior quantidade de visitas e, caso qualquer tipo de problema venha a acontecer, a resolução é mais rápida pela proximidade do gestor com o cliente, sempre buscando a satisfação do serviço executado.

Grupo Monteiro: Uma palavra para resumir o grupo Monteiro
Valdemar Riquena: Crescimento. Não apenas o meu, mas também o da empresa

Limpeza

O Grupo Monteiro conta com uma ampla gama de serviços relacionados ao Departamento de Limpeza.

Desde a tradicional limpeza e manutenção, passando por fachadas, hospitalar e pós obras, além de direcionada ao tratamento de pisos.

Entre os principais profissionais da instituição está o senhor Manuel Joaquim Barbosa, de 61 anos, e que está há quatro na empresa.

O profissional ressaltou a forma de atendimento, um dos diferenciais de todo o grupo, como um dos pontos principais que auxiliam no bom andamento dos serviços com os clientes.

“O cliente marca as visitas que fazemos a eles. Sou uma pessoa que gosto de chegar primeiro ao cliente para poder ouvir sugestões e reclamações.

O atendimento, que é muito importante na parte da limpeza. (…) Não adianta fazer apenas o serviço e o cliente responder”, afirmou.

Confira um pouco mais do serviço realizado pelo departamento de limpeza do Grupo Monteiro no olhar de um de nossos colaboradores.

Grupo Monteiro: Importância da empresa para a sua vida profissional?
Manuel Joaquim Barbosa: É que conhecemos outros clientes e colegas de trabalho. O trabalho de serviço de limpeza praticamente é bem parecido, dentro do profissional. O importante são essas implantações e trabalhos que realizamos pelo Grupo Monteiro aqui em São Paulo.

Grupo Monteiro: Trabalhos mais marcantes durante seu período no Grupo Monteiro?
Manuel Joaquim Barbosa: Uma das principais foi o Grupo Sorana, que é uma empresa grande na capital. Uma das maiores e que é cliente no Grupo Monteiro. Outro que me marcou muito foi o Condomínio Comercial Medical Center, perto do Hospital Alvorada, que foi um serviço para outra grande instituição.

Grupo Monteiro: Quais os principais diferenciais do serviço desenvolvido pelo Grupo Monteiro?
Manuel Joaquim Barbosa: O cliente marca as visitas que fazemos a eles. Sou uma pessoa que gosto de chegar primeiro ao cliente para poder ouvir sugestões e reclamações. O atendimento, que é muito importante na parte da limpeza. Um bom conhecimento na parte da limpeza. Não adianta fazer apenas o serviço e o cliente responder.

Grupo Monteiro: Quais os diferenciais que hoje o senhor realiza na empresa
Manuel Joaquim Barbosa: Hoje faço a lavação de carpetes, limpeza de piso, que suja muito em centros comerciais, como Shoppings Center. Qualquer tipo de limpeza eu costumo fazer. Se for preciso para fazer eu faço. Hoje eu lidero mais este serviço.

Grupo Monteiro: O que significa o Grupo Monteiro para o senhor em uma frase?
Manuel Joaquim Barbosa: O Grupo Monteiro é muito importante. Uma firma muito boa e sadia, que a gente conversa com os donos diretamente. Só posso falar coisas boas. Está crescendo muito no mercado. Hoje em dia já tem diversos clientes. Ela é uma das melhores em que trabalhei.

A Portaria Virtual é uma das alternativas de segurança patrimonial que tem ganho espaço entre os condomínios e empresas

“O morador tem grande responsabilidade no funcionamento da Portaria Virtual. Ele tem que ficar bem atento nas liberações e protocolos”, Coronel José Elias de Godoy.

A Portaria Virtual é uma das principais alternativas de segurança patrimonial que têm ganho espaço entre os condomínios e empresas, com o objetivo de aumentar a segurança e facilitar o dia a dia. Além da praticidade, maior amplitude de cobertura e a utilização de poucos funcionários, o sistema demonstra a modernidade e a tecnologia das instituições. O dispositivo já é utilizado em outros continentes e desembarcou recentemente ao Brasil.

Docente do Senac São Paulo há cinco anos; da Universidade Secovi; da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP); e da Associação das Administradoras de Bens, Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), o coronel José Elias de Godoy é um dos especialistas na área e conversou com o Grupo Monteiro, no qual enalteceu alguns dos principais pontos positivos do sistema.

“Quando é bem executado, podemos ter o monitoramento mais efetivo e impede a rendição do funcionário na portaria, pois não existe a necessidade de um funcionário estar presente no local. Seguindo os protocolos de segurança do Grupo Monteiro, você consegue ter um fator de proteção satisfatório, desde que todos os envolvidos, cito neste caso principalmente o morador, sigam corretamente o que for determinado junto com a empresa que implementa o serviço”, afirmou.

Escritor de livros como “O Manual de Segurança de Condomínios” e “Técnicas de Segurança em Condomínios”, o profissional é uma das principais autoridades no setor e comentou sobre a publicação e importância de ferramentas para auxiliar a administração e a segurança em habitações verticais.

“O que nos levou a fazer (o livro), foi porque vimos que não tinha nenhuma literatura sobre o assunto. Visando passar dicas e informações, desde para quem administra, síndicos, zeladores e porteiros, para que eles tivessem uma fonte de consulta de como abrir no campo de segurança”, completou.

Confira os principais pontos da entrevista:

Grupo Monteiro: O senhor escreveu o livro “O Manual de Segurança de Condomínios” (1998) que fala sobre a segurança em habitações verticais. O senhor poderia falar mais sobre como surgiu a ideia para o desenvolvimento das publicações?
Tenente-Coronel José Elias de Godoy: O nosso primeiro livro foi escrito em 1998, o que nos levou a fazer, foi porque vimos que não tinha nenhuma literatura sobre o assunto. Visando passar dicas e informações, desde para quem administra, síndicos, zeladores e porteiros para que eles tivessem uma fonte de consulta de como abrir no campo de segurança. Em seguida, lançamos o segundo, que está em sua quarta edição e foi um complemento da primeira publicação, que fala sobre equipamentos, tipos de barreiras podem ser usadas, os modus operandi dos bandidos e como ficar atentos nesta situação, parte de segurança dentro do lar e incêndios, tudo focado em segurança condominial.

Grupo Monteiro: Quais as vantagens de uma instituição que realiza a implantação da Portaria Virtual?
Tenente-Coronel José Elias de Godoy: A primeira é a diminuição do custo com mão de obra. Quando bem executado, podemos ter o monitoramento mais efetivo e impede a rendição do funcionário na portaria, pois não existe a necessidade de um funcionário estar presente no local. Seguindo os protocolos de segurança do Grupo Monteiro, o condomínio consegue ter um fator de proteção satisfatório, desde que todos os envolvidos, cito principalmente a participação do morador, sigam corretamente o que for determinado junto com a empresa que implementa o serviço.

Grupo Monteiro: O investimento em equipamentos como a portaria virtual inibe o risco de invasões em locais particulares?
Tenente-Coronel José Elias de Godoy: A Portaria Virtual é uma realidade que está crescendo. Aconselhamos este sistema para os condomínios com até 40 apartamentos. Usando toda a infraestrutura usada pela Monteiro, para que tenha o equipamento necessário no acesso e monitoramento com o objetivo de ter um controle maior. Contudo, temos que ver que grande parte da responsabilidade junto a portaria virtual está junto com o morador. O morador será o principal responsável para que tenha sucesso.

Grupo Monteiro: Podemos implantar a Portaria Virtual em todos os tipos de condomínios ou empresas?
Tenente-Coronel José Elias de Godoy: Aconselhamos para os condomínios com até 40 apartamentos, dado o movimento alto. Mais que isso, pode comprometer o sistema. O sistema hoje vai muito bem até 40 apartamentos. Acima deste número, pode comprometer a qualidade da segurança. Normalmente, a Portaria Virtual tem sido usada em condomínios e algumas empresas, neste último mais no período noturno.

Grupo Monteiro: Quais são os cuidados que as empresas que prestam este serviço têm que tomar ao oferecer a Portaria Virtual?
Tenente-Coronel José Elias de Godoy: Você tem que exigir os equipamentos necessários para o funcionamento. Têm pessoas que dizem que não possuem condições de adquirir. Neste caso, melhor não instalar. Tem alguns equipamentos que são obrigatórios para que as coisas funcionem, se não terá problemas e sobrará para a empresa. Se acontece uma pane no sistema, terá uma dor de cabeça. A empresa tem que vender, mas exigir os equipamentos necessários.

Grupo Monteiro: O que a empresa precisa fazer para que haja essa mentalidade de cuidado nos moradores?
Tenente-Coronel José Elias de Godoy: Dentro do que for acertado no contrato, criar o protocolo e passar para os moradores. Realizar, em alguns casos, até uma palestra junto aos funcionários e até moradores para explicar como funciona para que não haja problema. Lembrar de alguns casos, como o filho ou o funcionário do morador. Neste caso, é necessário verificar para que nenhum deles possa causar pane no sistema.

Presidente da Febrac lidera missão empresarial para Portugal

Presidente da Febrac, Edgar Segato Neto, ao lado do ministro de Desenvolvimento Econômico de Portugal, Manuel Caldeira Cabral

Presidente da Febrac, Edgar Segato Neto, ao lado do ministro de Desenvolvimento Econômico de Portugal, Manuel Caldeira Cabral

Em Lisboa, Portugal, a diretoria da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), os presidentes dos Sindicatos filiados e empresários do setor estão representando o país na Conferência Internacional do Setor de Serviços Brasil/Portugal, e participaram ontem à noite de um jantar de boas vindas, no hotel Dom Pedro, com a presença do Embaixador do Brasil em Portugal, Luiz Alberto Figueiredo Machado.

A Conferência ocorrerá até o dia 27 de setembro e foi organizado pela CEBRASSE – Central Brasileira do Setor de Serviços e a CCP – Confederação de Comércio e Serviços de Portugal – com o objetivo de discutir os problemas do setor de serviços e buscar soluções conjuntas para o desenvolvimento deste segmento da economia, que no Brasil representa 60% do PIB nacional e em Portugal, 72%.

A abertura foi feita pelos presidentes da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing de Portugal (ADVP/CIP) – Antonio Saraiva, da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) – Latif Abrão Jr, da Cebrasse – João Diniz; e pelo presidente da CCP – João Manuel L. Vieira Lopes que ressaltaram a importância do setor para os países.

Presidente do Seac-SP, Rui Monteiro

Presidente do Seac-SP, Rui Monteiro

A primeira palestra do dia foi proferida pelo presidente da CCP que falou sobre as oportunidades do setor de serviços em Portugal. Em seguida, o presidente do Conselho da Cebrasse, diretor financeiro da Febrac e presidente Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (Seac-SP), Rui Monteiro, explanou sobre a expansão do setor de serviços no Brasil e as oportunidades internacionais.

O representante de Portugal na União Europeia, Paulo Portas e o presidente da Agência para o Desenvolvimento e Comércio Exterior de Portugal, Miguel Frasquilho, fizeram um panorama do setor de serviços na União Europeia e o potencial de negócios com o Brasil.

A abertura do almoço foi feita pelo presidente Executivo da ADVB Lívio Giosa e pelo ministro de Desenvolvimento Econômico de Portugal, Manuel Caldeira Cabral. Na ocasião, a Cebrasse e a CCP assinaram o termo de parceira entre as entidades. Em seguida, a comitiva brasileira visitou a Embaixada brasileira e Oneiras, maior Distrito Empresarial e de Negócios de Portugal.

CEBRASSE LEVA SETOR NACIONAL DE SERVIÇOS A PORTUGAL

 

Por Lúcia Tavares, de São Paulo

No Brasil, o setor de Serviços responde por cerca de 73% do PIB. Em Portugal, a atividade representa por 72% do total da produção. Portanto, ambos os países têm na prestação de Serviços um ponto forte de suas economias e de seus níveis de empregabilidade.

Vislumbrando esse cenário, entre 25 a 27 do corrente mês a Central Brasileira do Setor de Serviços – Cebrasse e a Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil – ADVB realizou Missão Empresarial em Lisboa, com dezenas de empreendedores em inúmeros segmentos da prestação de serviços. Objetivos: discutir problemas do setor e encontrar possibilidades de atuação conjunta para fortalecer a atividade. E abrir negócios, certamente!

Na terça-feira (26), a Conferência Internacional do Setor de Serviços Brasil/Portugal, realizada em parceria entre a Cebrasse e a Confederação de Comércio e Serviços de Portugal – CCP, discutiu problemas do setor e formas de solucioná-los.

De acordo com o presidente da Cebrasse, João Batista Diniz Junior, o evento transcorreu “com a máxima excelência, e prestigiado pelo governo brasileiro na medida da participação de seu representante oficial em Portugal, o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado e o deputado federal Laércio Oliveira (SD/SE); e do lado português, o secretário de Estado da Internacionalização Eurico Brilhante e do ministro da Economia Manuel Caldeira Cabral”.

João Diniz  declarou  que empresários portugueses  “esperam fazer negócios em nosso  territorio, bem como a entrada na região da América do Sul, via Mercosul, disponibilizando, em contrapartida, o acesso  dos serviços brasileiros, via Portugal, para o Mercado Comum Europeu – que abriga 500 milhões de pessoas com alto poder aquisitivo”.

Vários negócios já estão sendo fomentados e, de acordo com o presidente da Cebrasse, foram consolidados na rodada de hoje –  o último dia  da agenda dos empresários em Portugal. Diniz, elogiou  “a organização eficaz e impecável da agenda feita no Brasil pelo amigo Lívio Giosa, Cebrasse e ADVB;  e em Portugal pelo CIP, nas pessoas do presidente da CCP João Vieira Lopes e de Antônio Saraiva, presidente da ADVP/CIP”.

Outro destaque da programação foi a assinatura de Protocolo de Intenções entre a Cebrasse e a Confederação de Comércio e Serviços de Portugal. Mais detalhes em breve, na CebrasseNews.

 João Diniz na Conferência de hoje.

 Eurico Brilhante, Secretário de Estado da Internacionalização da República de Portugal.

O deputado Laércio Oliveira (SD/SE), que no Congresso Nacional atua fortemente pelo avanço de regulamentações à prestação nacional de serviços.

 Rui Monteiro, presidente do SEAC-SP e do Conselho Deliberativo da Cebrasse.

Lívio Giosa, presidente Executivo da ADVB.


Na chegada a Portugal, os empresários tiveram um jantar de boas vindas oferecido
pelo embaixador do Brasil no país, Luiz Alberto Figueiredo Machado.

 Com o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.

JANTAR MARCA INÍCIO DE CONFERÊNCIA INTERNACIONAL
DO SETOR DE SERVIÇOS LUSO-BRASILEIRO

Por Sylvio Macelli, de Lisboa

Teve início na noite dessa segunda (25), a Conferência Interncional do Setor de Serviços Brasil-Portugal, evento que ocorre na Capital portuguesa até a próxima quarta (27).

Figueiredo Machado, que foi homenageado com a entrega de uma placa em alusão à Conferência, destacou a importância da relação bilateral entre os países e saudou a iniciativa do encontro. Lívio Giosa e João Diniz, em suas intervenções, ressaltaram a grandiosidade do evento que promoverá a união de empresários portugueses e brasileiros com a finalidade de internacionacionalizar as empresas de lado a lado. O evento continua amanhã com a realização de diversos paineis.

Lamentou-se a ausência do presidente da ADVB, Latif Abrão Júnior que, por compromissos de última hora, não pode estar presente. António Saraiva lembrou de Abrão Júnior como um importante empreendor e ativo trabalhador pelo crescimento e pela relação entre os dois países por meio da ADVB e ADVP.

A Conferência Interncional do Setor de Serviços Brasil-Portugal tem a organização da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil e de Portugal e é uma realização da Confederação do Comercio e Serviços de Portugal (CCP) e da Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse). O evento tem a produção da CPL Meetings & Events e conta com o apoio da Fundação Brasileira de Marketing (FMB), Federação Nacional das Associações dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (FENADVB), Instituto ADVB, Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Skal Internacional São Paulo, Associação de Jovens Empresários Portugal-China (AJEPC), Federação Sino PLPE e Céltica Viagens e Negócios.

História do Outubro Rosa

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org).

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

Representantes do setor de serviços se reúnem com Gilmar Mendes para discutir ADI contra terceirização

A Cebrasse (Central Brasileira do Setor de Serviços) reuniu segmentos importantes da sua base como mão de obra intensiva, asseio e conservação, mão de obra temporária e vigilância para participar de reunião em Brasília com o ministro do STF, Gilmar Mendes, na noite de terça-feira, 10. O encontro foi para tratar da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra a Lei da Terceirização (lei 13.429). Gilmar Mendes é o relator da ADI.
O presidente da Cebrasse, João Diniz, explicou que pediu essa reunião em razão serem Amicus curiae (amigos da corte) em algumas ADI em relação a lei de terceirização. Trata-se de uma expressão para designar uma instituição que tem por finalidade fornecer subsídios às decisões dos tribunais, oferecendo-lhes melhor base para questões relevantes e de grande impacto. “Ele teve a sensibilidade de aceitar a Cebrasse, que representa 7 milhões de trabalhadores na sua base, como Amicus curiae e se demonstrou bem receptivo a demanda e a importância de se resolver essa questão a uma eventual e absurda inconstitucionalidade da lei”, disse Diniz.
O presidente do Seac/SP, Rui Monteiro, afirmou na reunião que é preciso que o STF se posicione para colocar uma pedra sobre esse assunto e não pairem mais dúvidas e nenhum tipo de insegurança jurídica. “Levamos ao ministro também a preocupação com a movimentação do judiciário que está declarando que vai desobedecer o que foi aprovado na Lei da Reforma Trabalhista”, afirmou.
O presidente da Fenaserhtt e do Sindeprestem, Vander Morales, lembrou que o emprego já começou a se recuperar por causa da Lei da Terceirização e da Reforma Trabalhista. “Nós não queremos que haja nenhum retrocesso com relação a isso. Falamos para o ministro que as leis não tiraram direitos dos trabalhadores, muito pelo contrário, é uma forma de diminuirmos a informalidade no Brasil. É isso que nós queremos: emprego para todos e segurança jurídica para o cumprimento dos contratos. Precisamos garantir essas conquistas”, explicou.
O diretor jurídico da Cebrasse, Percival Maricato, falou sobre a urgência de se resolver essa questão especialmente por causa do trabalho temporário. “Por causa dessa insegurança jurídica, as empresas não sabem se contratam ou não contratam. Só no período do final do ano devem ser abertas 300 mil novas vagas de trabalho temporário e isso está em compasso de espera. Nós temos uma questão de argumentação jurídica, que é a inconstitucionalidade formal e material das petições que são contra porque isso foi aprovado pelo congresso Nacional, entre várias outras petições da Reforma. Isso é um atentado ao estado democrático de direito, querer que uma lei que foi aprovada pelo congresso seja invalidada pelo judiciário como se a corte do STF fosse revisora do Legislativo”, argumentou.
O vice-presidente para Assuntos Jurídicos e institucionais da Fenavist, Jacymar Daffini Dalcamini, lembrou que o desemprego está caindo, a inflação está abaixo da meta, o PIB chegando em uma situação ideal para a retomada dos empregos e o capital estrangeiro voltando para país. “A gente assiste uma situação como essa de pessoas que parece que não querem ver isso acontecer. Vamos continuar batalhando pela recuperação econômica do Brasil”, disse.

Prêmio
Ao final da reunião, João Diniz convidou o ministro Gilmar Mendes para ser contemplado na categoria “Destaque Jurídico 2017” do VII Prêmio Cebrasse do Setor de Serviços”. O evento acontecerá no dia 4 de dezembro, em São Paulo